Os cinco discos “novos” lançados de David Bowie

Por Thales de Menezes

Nesta terça (10) termina o primeiro ano depois da morte de David Bowie. Numa ironia que sempre costuma acompanhar casos assim, o cantor inglês se tornou o campeão de vendagem no ano. O derradeiro álbum, “Blackstar”, lançado dois dias antes de sua morte, vendeu quase dois milhões de cópias em CD e vinil pelo mundo. Além de impulsionar reedições de seus álbuns clássicos, a adoração póstuma a Bowie rendeu vários discos “novos” lançados de março até agora. Veja a seguir quais são.

 

 

V Legacy

 

LEGACY

São 40 faixas, em CD ou LP duplos, remasterizadas pelo próprio Bowie. O repertório contempla bastante os trabalhos mais recentes de sua discografia, pinçando músicas de “Reality”, “The Next Day” e “Blackstar”, mas o destaque é a versão original do single “Young Americans” (1975).

 

 

V Who VA

WHO CAN I BE NOW?

Uma caixa com 12 CDs que traz a produção de Bowie entre 1974 e 1976. Além dos álbuns e singles lançados nesse período, traz também raridades, versões ao vivo e material inédito, que inclui “The Gouster”, um álbum carregado de soul music que Bowie gravou em 1974 e guardou na gaveta.

 

 

V Fell

THE MAN WHO FELL TO EARTH – SOUNDTRACK

Não é exatamente um disco de Bowie, mas ele palpitou em toda a trilha sonora do filme “O Homem que Caiu na Terra” (1976), inédita em disco até 2016. São músicas do americano John Phillips e do japonês Stomu Yamashta, mas tudo parece puro David Bowie.

 

 

V Greatest

GREATEST HITS

Uma das mais óbvias coletâneas do cantor, mas talvez seja uma ótima porta de entrada para quem não conhece direito sua obra. Centrada em singles de sucesso, traz 39 faixas em ordem cronológica, de “Space Oddity” a “Lazarus”. Não falta nada do material mais popular da produção do artista.

 

 

V Lazarus

LAZARUS

A trilha sonora do musical criado por Bowie e Enda Walsh, com o elenco da montagem em Nova York. O disco traz as três últimas gravações feitas pelo cantor, “No Plan”, “Killing A Little Time” e “When I Met You”, acompanhado pela mesma banda com a qual ele gravou “Blackstar”.